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Cidade Maravilhosa
São Paulo - Sp
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Cidades

Cidade de Guaratuba - PR
Por volta do ano 1000, chegaram, à região, tribos do tronco linguístico tupi procedentes da Amazônia que expulsaram os povos que a habitavam, os tapuias, para o interior do continente. No século XVI, quando chegaram os primeiros navegadores europeus à região, a mesma estava ocupada por uma dessas tribos do tronco linguístico tupi: a dos carijós[1].
O rei de Portugal, dom José I, preocupado com as possíveis invasões da costa brasileira, através de recomendação datada de 26 de janeiro de 1765, ordenou que se fundassem vilas e povoados em pontos mais convenientes aos sítios volantes ou dispersos para morarem em povoações civis, onde as condições o permitissem. Achou ser de grande conveniência a criação de uma povoação entre as vilas de Paranaguá e a do Rio São Francisco se as condições o permitissem.
Em 5 de dezembro de 1765, dom Luís enviou um bando para a formação da nova povoação. Esse Bando era formado por 200 casais que cultivariam as terras descobertas. Começava a surgir Guaratuba.
Em julho de 1766, o Conde de Oeiras dirigiu-se a dom Luís louvando, em nome do Rei, os projetos de fundar a povoação na enseada de Guaratuba e comunicando que o rei gostaria que a nova Vila tivesse o seu nome, são Luís. E assim foi feito.
Em 13 de maio de 1768, dom Luís concedeu os favores pedidos pelo fundador da nova povoação os quais consistiam na criação e manutenção de uma igreja. Dom Luís, em 23 de janeiro de 1770, ordenou ao seu ajudante de ordens, tenente-coronel Afonso Botelho de Sampaio e Sousa, que erigisse em vila o sítio chamado Guaratuba, onde já havia bastante casas etc. Após algumas expedições, em 27 de abril de 1771, Dom Luís retornou a Guaratuba. No dia 28, foi benta a Igreja. E no dia 29 foi fundada a vila de São Luís de Guaratuba.
No dia 30 de abril de 1771, foi eleita a primeira Câmara Municipal com aprovação do fundador da vila e do ouvidor-geral. A Câmara prestou juramento na forma de estilo , tendo sido empossada pela Câmara de São Francisco. Os vereadores dirigiram os destinos do povo guaratubano, assistido pelo presidente da província (até 1854 o Paraná pertencia a São Paulo), até que por conta da Proclamação da República, um outro regime político passou a vigorar.
Elegeu seu primeiro prefeito que assumiu o cargo em 1792, prosseguindo assim até 20 de outubro de 1838, quando por força da lei estadual 7 572, foi extinto o município, passando a constituir um distrito municipal de Paranaguá.
Somente no dia 10 de outubro de 1947, pela Lei 2, é que foi restaurada a autonomia municipal, sendo reinstalado no dia 25 de outubro do mesmo ano. Desta nova fase política, o primeiro prefeito foi o sr. Berilo da Cunha Padilha. No ano de 1954, a cidade de Guaratuba passa a ser parte do distrito Judiciário de São José dos Pinhais. Finalmente, em julho de 1986, Guaratuba conseguiu emancipação municipal.
Praia de Guaratuba
Cidade de Guaratuba
Uma  ótima cidade com belas praias, um povo acolhedor e educado.
Passar o verão em Guaratuba e uma ótima idéia, sendo com excursões onde, você interage com outras pessoas ou mesmo em programa familiar. Boa viagem e boa diversão.
Cidade de Itanhaém - SP

Itanhaém é um município da Baixada Santista, no estado de São Paulo, no Brasil. É a segunda cidade mais antiga do Brasil
[7]
. A sua população em 2019 era de 101.816 habitantes locais e a área é de 599,017 km², o que resulta numa densidade demográfica de 147,27 habitantes por quilômetro quadrado. Durante a época de temporada, entre os meses de dezembro e fevereiro, a população pode chegar a 250.000 pessoas devido a alta concentração de turistas.
CIDADE DE ITANHAÉM - SP
Cidade de Itanhaém - SP
Praias maravilhosas, povo acolhedor, bons restaurantes e ótima vida noturna, sem dizer das deliciosas praias.


Cidade de Ubatuba - SP
Cidade de Ubatuba - SP
História
Os índios Tupinambás foram os primeiros habitantes da região. Eram excelentes canoeiros e viviam em paz com os índios do planalto, até a chegada dos portugueses e franceses, que tentaram escravizar os índios com o intuito de colonização. Naquela época Ubatuba era conhecida como Aldeia de Iperoig, passando para categoria de Vila somente em 1554.
Os portugueses mantinham relações de amizade com os Tupiniquins. Os Tupinambás, sob o comando de Cunhambebe, fizeram aliança com outras tribos, de Bertioga a Cabo Frio, para lutar contra o domínio lusitano. Os Tupinambás e Tupiniquins organizaram-se, formando a “Confederação dos Tamoios” e passaram a enfrentar os portugueses. Para evitar o conflito, os portugueses convocaram, em 1563, uma dupla de negociadores, os Jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta.
A História de Ubatuba começa em 1563, quando o Padre Anchieta promove junto aos índios liderados por Cunhambebe, a chamada Paz de Iperoig.
Em 14 de setembro de 1563 foi assinado o tratado que para algumas tribos significou sua aniquilação. Os franceses foram expulsos e os índios pacificados. Eles partiram de São Vicente para a Aldeia de Iperoig e sua missão de paz foi lenta e difícil.
Anchieta ficou prisioneiro durante aproximadamente quatro meses e nesse período escreveu vários poemas, dentre eles o célebre “Poema à Virgem” nas areias da praia do Cruzeiro, enquanto Manoel da Nóbrega voltava à Aldeia de São Paulo para concluir o Tratado da Paz de Iperoig – o primeiro tratado de paz das Américas.
Com a paz firmada, o Governador Geral do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, tomou providências para colonizar a região, enviando os primeiros moradores para garantir a posse da terra para a Coroa Portuguesa.
O povoado foi elevado à Vila em 28 de Outubro de 1637, agora se chamando Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz do Salvador de Ubatuba, tendo como fundador Jordão Albernaz Homem da Costa, nobre português das Ilhas dos Açores.
Os povoadores se instalaram ao longo da costa, utilizando o mar como meio de transporte. A pobreza enfrentada pelos primeiros povoadores da região permanece até o final do séc. XVIII quando a plantação de cana-de-açúcar permite pela primeira vez que Ubatuba tenha uma economia significativa. Todavia, com o surgimento da economia do ouro, a região do Litoral Norte se transforma em produtora de aguardente e açúcar para o abastecimento das áreas de Minas Gerais, que experimentava um novo surto do progresso.
Em 1787, o presidente da Província de São Paulo, Bernardo José de Lorena, decretou que todas as embarcações do litoral seriam obrigadas a se dirigir ao porto de Santos, onde os preços obtidos pelas mercadorias eram mais baixos. A partir dessa pressão do governo, Ubatuba entra em franca decadência e muitos produtores abandonaram os canaviais. Os que ficaram passaram a cultivar apenas o necessário para a subsistência.
A situação só melhorou a partir de 1808 com a abertura dos portos. A medida beneficiou diretamente a então Vila de Ubatuba. O comércio ganha impulso inicialmente com o cultivo do café no próprio município, enviado para o Rio de Janeiro. Todavia, o café se expande para todo o Vale do Paraíba e Ubatuba passa a ser o grande porto exportador, privilegiada mais ainda pela estrada Ubatuba – Taubaté.
Ubatuba nessa época ocupava o primeiro lugar na renda municipal do Estado. Novas ruas são abertas, o urbanismo, no sentido moderno, alcança o município. São criados o cemitério, novas igrejas, um teatro, chafariz com água encanada, mercado municipal e novas construções para abrigar a elite local, dentre as quais o sobrado de Manoel Baltazar da Costa Fortes, o famoso Sobradão do Porto. É nesse apogeu que Ubatuba é elevada a categoria de cidade em 1855 e em 1872 foi elevada a comarca, juntamente com São José dos Campos. Nesse ano tinha 7.565 habitantes.
As grandes construções datam desse período, o prédio da atual Câmara Municipal e a Igreja Matriz. Pouco mais tarde, a partir de 1854, iniciou-se a construção da Santa Casa da Irmandade do Senhor dos Passos de Ubatuba.
A construção da ferrovia Santos-Jundiaí, aliada à economia cafeeira que, se por um lado permitiu que a Vila alcançasse o status de cidade, por outro, levou o município a seu declínio, quando o café deslocou-se para o Oeste Paulista, provocando a decadência econômica do Vale do Paraíba e consequentemente, de Ubatuba, porto de exportação.
De 1870 a 1932 Ubatuba ficou isolada e decadente, as terras desvalorizaram-se, as grandes residências transformaram-se em ruínas. Em 1940 Ubatuba se resumia a 3.227 habitantes.
Depois de um longo período, após a Revolução Constitucionalista de 1932, com o objetivo de integrar a região, cujo isolamento ficou patente no conflito, o Governo Estadual promoveu melhorias na Rodovia Oswaldo Cruz (Ubatuba-Taubaté), passando a cidade a contar com uma ligação permanente com o Vale do Paraíba. Com a reabertura da estrada, inicia-se um novo desenvolvimento econômico: o turismo.
No início da década de 1950, com a abertura da SP55, Ubatuba-Caraguatatuba, intensifica-se o turismo e a especulação imobiliária. Em 1967 Ubatuba é elevada a categoria de Estância Balneária e culmina com a abertura da Rodovia Rio-Santos em 1975, quando o turismo se torna a maior fonte de renda do município.
Atualidade
Atualmente, a cidade possui 748 mil metros quadrados de área total, 102 praias, mais de 20 ilhas e grande parte de seu território é de Mata Atlântica intocada. Suas praias oferecem condições para as práticas de surf, mergulho, pesca, vela e para todos os tipos de esportes aquáticos.
Considerada um paraíso ecológico do Litoral Norte paulista, o município conta com ampla rede hoteleira e gastronômica e agrega infinitas riquezas naturais. Sua gente simples, de rica cultura, acolhe os visitantes em busca de lazer e diversão.
De acordo com o website Turismo em São Paulo, vinculado a Empresa Paulista de Turismo e Eventos, entre os 645 municípios do estado, Ubatuba encontra-se entre os quatro mais procurados pelos turistas do Brasil.
O município conta com três Parques de preservação ambiental. O maior deles é o parque Estadual da Serra do Mar, com mais de 47 mil hectares. Na região norte, destaque para o Parque Nacional da Serra da Bocaina.
E não é só isso, a cidade conta com um dos primeiros parques subaquáticos do Brasil, situado na área de preservação ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta, e é habitada por comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas e caiçaras, que mantêm suas tradições e costumes preservados.
Vale destacar que a cidade de Ubatuba, acolhedora por natureza, tem um dos maiores índices de Mata Atlântica preservada do Brasil.


"Viajar faz bem! Veja os benefícios de uma viagem para a saúde e vida"
Viajar faz bem para o corpo e mente. Esse discurso pode parecer apenas clichê e conversa furada, mas não é! Pergunte a qualquer viajante sobre a experiência transformadora de embarcar rumo a um novo destino, temos certeza que a resposta será inspiradora.
Visitar novos destinos, conhecer a cultura e o costume local, saborear a gastronomia, tirar fotos nas atrações turísticas, apreciar paisagens panorâmicas ou se encantar com construções arquitetônicas antigas. Tudo isso você pode desfrutar durante uma viagem!
Ainda não se convenceu desses benefícios? Então, para que não fiquem dúvidas ou receios, preparamos este post para apresentar as vantagens que uma viagem pode trazer. Ao terminar a leitura, a sua visão terá mudado — garantimos. Sendo assim, não perca mais tempo e saiba tudo a seguir!
Reduz o estresse
Atualmente, todo mundo está na maior correria no dia a dia, não é? E o resultado desse excesso de atividades é o estresse e todas as suas complicações, como dores de cabeça e musculares, além de noites mal dormidas.
Por isso, se afastar dos problemas, nem que seja por poucos dias, é essencial para descansar o corpo, a mente e recarregar as baterias. Afinal, o corpo humano é uma máquina e, assim, precisa de repouso para não sobrecarregar.
Portanto, não abra mão dos seus dias de férias e faça uma viagem relaxante. Quer uma dica? As praias paradisíacas de Natal são apostas certeiras.
Melhora a autoestima
Viajar faz bem para autoestima. Isso mesmo! Sabe por quê? Quando você está visitando um novo destino, vez ou outra será normal se deparar com algum desafio que implica em uma resolução rápida. Com isso, você aprende a tomar decisões e ainda fica com aquele gostinho de que é capaz o suficiente para resolver problemas. Isso é ou não uma bela injeção de ânimo para a autoestima?
Além disso, esse fato ajuda a aumentar a sua autoconfiança. Você se sente mais seguro e determinado nas suas decisões e atitudes, e trata-se de um ótimo exercício para pessoas tímidas que têm dificuldades em se expressar e vencer a vergonha.
Afinal, em um local desconhecido, você terá que se virar sozinho para perguntar sobre as atrações, não é mesmo? Ou seja, você é praticamente obrigado a interagir com as pessoas, e isso se torna uma coisa natural com o tempo.
Tira o relacionamento da rotina
Quem está em um relacionamento amoroso sabe que é preciso criatividade para não cair na monotonia da rotina. Por conta disso, uma boa estratégia para fugir da mesmice e agitar a vida a dois é viajar e conhecer novos lugares.
Passar dias divertidos ao lado da pessoa amada e vivenciar novas experiências proporciona momentos de intimidade, carinho e maior proximidade. Além disso, vocês ainda terão muita história para contar e relembrar juntos!
Abre a mente
Sair todos os dias de casa para trabalho e nos fins de semana fazer as mesmas coisas: essa rotina faz com que você se mantenha na zona de conforto. E isso não é bom, afinal, novos desafios e experiências abrem a sua mente para mudanças significativas na vida.
Sendo assim, o melhor remédio para alcançar isso é viajar! Conhecer diferentes costumes, sabores, lugares e pessoas é ótimo para expandir os horizontes e praticar o respeito e a tolerância. Portanto, para ter uma mente mais aberta e criativa, viaje o quanto antes e o máximo que puder, certo?
Auxilia na organização
Viajar requer a observância de vários detalhes. Afinal, para que a viagem seja perfeita, é preciso organizar documentos, passagens aéreas, passeios, onde comer, quanto gastar, malas e pesquisar o hotel. Quanta coisa, não é mesmo?
Saiba que tudo isso deve ser feito de forma ordenada e com antecedência. Por conta de todas as demandas, viajar ajuda a desenvolver o senso de organização e planejamento. Isso ocorre porque é preciso muito cuidado e ordem para fazer boas escolhas.
Então, essas habilidades que você trabalhou para conquistar a viagem dos sonhos, impactará também sua vida pessoal e profissional. Afinal, no universo corporativo, a capacidade de planejar e organizar são competências indispensáveis.
Traz vários benefícios para a saúde
Viajar faz bem para a saúde — tanto a mental quanto a física. Por isso, reservar um tempo para si e para o lazer é essencial para manter o equilíbrio do corpo e dos pensamentos.
Nesse sentido, conhecer novos lugares costuma proporcionar uma série de benefícios como: melhora na qualidade do sono, redução da pressão arterial, diminuição de riscos de infarto, redução dos sintomas da depressão e ansiedade etc.
Melhora as habilidades sociais
Muita gente tem dificuldades em interagir e se aproximar de outras pessoas pela primeira vez. A simples ideia de falar em público pode trazer arrepios e sintomas de ansiedade. Diante desse cenário, viajar se torna um excelente exercício para você enfrentar e lidar com os seus medos e habilidades sociais.
Desse modo, você consegue novas companhias, fazer novos amigos, contar suas experiências e ouvir as histórias dos outros viajantes. Ou seja, você será praticamente obrigado a se comunicar e interagir!
Aumenta a criatividade
Viajar renova a mente e incentiva a atividade do cérebro. Afinal, com tantas atrações novas e coisas bonitas pelo caminho, você se sentirá extremamente inspirado. Com isso, há o surgimento de novas ideias criativas e os pensamentos começam a fluir com mais facilidade.
Facilita a aceitação das mudanças
Essa habilidade psicossocial é, talvez, uma das complexas de serem conquistadas. Estamos falando da adaptação às mudanças da vida. Muitas vezes, o fato de sair “zona de conforto” é um golpe duro, e muitas pessoas passam por dificuldades para mudar a sua realidade.
Nesse sentido, uma viagem exige que você se adapte a várias situações, muitas delas indesejadas — clima radical, mudanças de temperaturas bruscas, alimentação diferente, idioma desconhecido e pessoas mais fechadas.
Por isso, quem gosta de viajar e conhecer novas culturas sabe que essas adversidades podem ocorrer e você precisa tolerá-las. Mais do que isso, é necessário estar aberto, aceitar e assimilar as mudanças que estão acontecendo. Essa experiência pode fazer muito bem, pois você está treinando a sua capacidade de tolerância e resiliência.
E agora, conseguiu se convencer de que viajar faz bem para a vida e para a saúde? Conhecer novos lugares é o sonho da grande maioria das pessoas. Portanto, comece a escolher já o seu próximo destino e vá planejando o seu roteiro com antecedência. Seu corpo e sua mente agradecem!

CONTATO
Você gosta de viajar?
Viajar faz bem para o corpo e para a mente.
Todos merecemos alguns dias do ano, para refrescar a cabeça e se divertir.
Pode ser nas lindas praias Brasileiras, ou nas Estâncias Tutísticas, Hóteis Fazenda, Águas Termais, etc...


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